Vestidos Reais: 7 Noivas Icônicas e Seus Modelos Inesquecíveis

Na realeza, o vestido de noiva transcende a moda, simbolizando alianças e tradições. Selecionamos sete modelos que marcaram época e continuam inspirando noivas ao redor do mundo.

Em 1956, Grace Kelly deslumbrou com um vestido criado pela figurinista Helen Rose, evocando contos de fadas. A peça em marfim apresentava uma saia com cauda de renda, corpete bordado com pérolas e um véu delicado.

Kate Middleton, em 2011, atraiu a atenção de mais de 160 milhões de espectadores. O vestido, assinado por Sarah Burton da Alexander McQueen, combinava mangas de renda marfim, decote em V e bordados florais representando as regiões do Reino Unido. Uma cauda de quase três metros completava o visual.

A princesa Diana, em 1981, elegeu um vestido de tafetá de seda com babados volumosos, corpete justo e mangas bufantes, criado por Elizabeth e David Emanuel. O véu, com mais de sete metros, foi adornado com 10 mil lantejoulas e pérolas de madrepérola. A tiara Spencer, da família da noiva, finalizou o conjunto.

Para seu casamento com Antony Armstrong-Jones em 1960, a princesa Margaret optou por um modelo de Norman Hartnell em organza de seda branca, destacando-se pela elegância e silhueta ampulheta. A tiara Poltimore, da era vitoriana, complementou o visual.

A princesa Elizabeth, futura rainha Elizabeth II, escolheu Norman Hartnell para criar seu vestido em 1947. Inspirado na pintura “Primavera”, de Botticelli, o vestido era bordado com cristais e pérolas, e possuía uma cauda de tule de seda de quatro metros e meio.

Meghan Markle quebrou tradições em 2018 ao escolher um visual minimalista assinado por Clare Waight Keller da Givenchy. O vestido de organza de seda apresentava um decote canoa e uma cauda arredondada. O véu, com mais de cinco metros, trazia bordados de 53 flores representando os países da Comunidade Britânica, além de um detalhe azul do vestido usado em seu primeiro encontro com o príncipe Harry.

Em 2010, a princesa Victoria da Suécia escolheu um vestido com decote ombro a ombro, saia levemente rodada e véu de aproximadamente cinco metros, desenhado por Pär Engsheden. A tiara dourada usada por sua mãe, a rainha Sílvia, em 1976, adicionou um toque de tradição.

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